Apenas composições poéticas de pequena extensão?
Meus caros leitores, neste blog eu compartilho com vocês toda minha obra poética (ahahaha "se achando"). Como dizia o poeta Octavio Paz "O poema é feito de palavras necessárias e insubstituíveis". Poesia num é apenas escrever palavras bonitas com a intenção de tocar a alma humana ou apenas exprimir sentimentos utilizando palavras ritmadas. Escrever é uma necessidade, é a arte de se expressar e fazer com que todos te ouçam, é um mal necessário a cada poeta…
Ah eu amo…Ah, meu Deus como amoAmo no despertar da luz,Amo nas estrelasAh, meu Deus será engano?Ah, meu Deus é paixão.Uma loucura inconscienteUm, medo, uma ilusão…Já não sou eu, a inocenteAh meu DeusA escrava, a mulher, a meninaDeste sentimento fugazSem maldadeSem idadeSó a vontade persiste…Ah meu Deus, tenha perdãoDesta insanaDesta meninaDesta mulherQue ama
Eu já li e reli esse poema varias vezes…. e toda vez que leio eu acho que falta alguma coisa nele, é como se tivesse alguma palavra necessária que esqueci de dizer. E eu gosto desta sensação de sentir que "não está completo", de pensar "falta alguma coisa". Nessas horas eu lembro o que eu li uma vez sobre Carlos Drummond de Andrade "Minha poesia é cheia de imperfeições", é assim que me sinto: uma imperfeita, mas que adora fazer o que faz. Não sei se vocês irão entender ou simplesmente me achar ”a louca" rsrs…, mas escrever é me descobrir…só nesses momentos de "inspiração ou desabafo" é que eu consigo ficar mais próxima de mim mesma, me entender melhor. É assim que eu descubro quem sou, e mostro para vocês quem é Aline Bandeira.
Deserto
Eu me vejo próxima ao nunca
Estou andando em caminhos perdidos
Eu vejo um oceano
escuto risadas e provo lágrimas
Normal em meio a enlouquecidos
Todos são figurantes
Há marcas nas velhas páginas
Tudo que se foi, já não estava antes
Me sinto próxima a um deserto
Sinto o vento… perco a direção
Não escuto, não vejo
Estou no caminho errado
Sabendo o certo
Eu espero, eu desejo
Encontrar alguém por perto
Sinto o vento… perco a razão
Quase morro a cada noite
Surgem imagens congeladas
Entre o céu e o chão
Nada é real nessa escuridão
Tem uma menina assustada
No meio de um oceano…
(OBS: A disposição do texto tem relação com o poema)

Fevereiro 29th, 2008 at 02:35
Feliz daquele que se encontra qualquer seja a forma. Encontranos com nós mesmos… esse é o mais difícil e sofrível. E é bem provável que haja prazer no sofrer. Ai, ai! Hoje eu não estou falando nada com nada… Melhor assim! Amanhã eu já estou normal e tudo vai estar um tédio novamente.
Março 2nd, 2008 at 20:58
voce que escreveu essa poesia ? eu adoro escrever: D até mais.
Março 3rd, 2008 at 01:44
que lindoooo!!! adoreiiii msmmm poucas palavras dizem tudo qnd são as palavras certas
Bjooo aline!!
Março 3rd, 2008 at 01:50
aline, é lindíssimo o q vc escreve vc escreve muitoo bem…mtt msm….vc vai longe minina
Bjoooo agora que o site abriu direito pude ler tudo direitinho hahaahha
Março 13th, 2008 at 03:18
Amiga, Seu blog ta lindo!! Mas seu convencimento ta em alta rsrrsrsrs Sacanagem!! sinta-se uma poetiza diariamente, pois é necessário!! bjus ju….
Março 18th, 2008 at 03:28
É, nao adianta jogar pra Deus nao… tem respostas q devem continuar morando nas perguntas!